Sequencia do Super Volleyball com muitas melhorias e jogabilidade simplificada.
Power Spikes, lançado no Japão como Super Volley ’91 (スーパーバレー91), é um jogo de vôlei desenvolvido pela Video System e lançado originalmente aos fliperamas em abril de 1991.
Considerado um clássico por muitos, Power Spikes é a sequência do popular Super Volleyball (1989), apresentando também uma simulação de uma partida deste esporte com visão e rolagem lateral, mas com jogabilidade e gráficos consideravelmente aprimorados.
Publicado pela própria Video System, o jogo acabou ganhando também um port para SNES em 1993, o Hyper V-Ball, além de um bootleg chamado Spikes, lançado no gaiato na Itália em 1991. Em 1994, o Power Spikes ganhou uma sequência, Power Spikes II.
Acima, temos o clássico jogo de vôlei dos arcades sendo defenestrado em um vídeo bem informativo e muito descontraído, com bastante linguagem chula e ofensiva (assim que é bom), mas também não é aqueles let’s plays retardados que desanimam de assistir. Várias das informações desta publicação foram retiradas dele. O conteúdo começa na minutagem 12:40.
Já o vídeo anterior mostra o jogo sendo detonado sem comentários. Foi feito pelo canal World of Longplays.
Power Spikes mantém todas as características do Super Volleyball, mas apresenta melhorias, como o fato de utilizar apenas um botão, o que deixa a jogabilidade mais simples. Um novo saque especial foi adicionado, onde a bola desaparece e depois aparece. O jogador é auxiliado em todas as partidas, exceto na final, por um cursor azul em forma de seta que indica qual área o oponente vai atacar.
Existem duas versões do jogo, uma para os fliperamas orientais (Japão, Coréia do Sul e China) e outra internacional que diferem no modo de escolha da equipe. Nas versões asiáticas, pode-se escolher apenas a seleção do país para o qual o port foi feito, podendo selecionar a equipe masculina ou feminina. Se jogar no modo para dois jogadores, pode-se escolher entre três seleções nacionais diferentes, para os quais existem nomes, rostos e características dos jogadores com rostos inspirados em atletas reais da época. Na seleção italiana, pode-se reconhecer jogadores como Andrea Lucchetta e Luca Cantagalli, por exemplo. Já na versão ocidental (internacional), o jogador participa do campeonato masculino podendo escolher entre nove seleções nacionais, inclusive o Brasil. Todas as equipes selecionáveis têm as características e faces dos jogadores, mas os rostos são cópias retocadas dos presentes no Super Volley ’91. Outra diferença entre as versões são os oponentes que se enfrentam no modo single player.
Em certas partes do jogo, são exibidas dicas que ajudam o jogador a aprender algumas técnicas do jogo. A pontuação inicial das partidas e nível de dificuldade podem ser alterados com DIP switches.
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e seu Número de PCB é OV-15-03 UA-67 MV
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